2005
MUSEU MONOGRÁFICO DE CONÍMBRIGA
2006
2006
2006
CONCERTOS ANTENA 2
2006
MUSEU NACIONAL DA ARTE ANTIGA
PAINEIS DE S.VICENTE
2006
CONVENTO DE CRISTO - TOMAR
2006
JARDIM BOTÂNICO DA AJUDA
“Jardim do século XVIII, final do barroco, espaço de rigor geométrico, foi o primeiro jardim botânico português, devendo ser considerado como a primeira e a mais importante instituição dedicada à cultura da história natural do País.
Após o terramoto de 1 de Novembro de 1755, o Marquês de Pombal mandara construir na Ajuda, nessa época subúrbio da capital, um edifício de madeira, abrigo e residência provisória da família real, que ficou conhecido pelo nome de «Paço Velho», e que, no reinado de D. Maria I, desapareceu devido a um incêndio. Para implantação do Real Jardim Botânico, no sítio de Nossa Senhora da Ajuda, D. José I comprou ao conde da Ponte a quinta que este possuía junto ao Paço da Ajuda. Inicialmente esta quinta destinou-se à cultura de frutas e hortaliças necessárias ao palácio real.
Por influência de Miguel Franzini, professor dos príncipes D. José e D. João, netos do rei e filhos da que viria posteriormente a subir ao trono com o nome de D. Maria I, foi projectado o 15.º Jardim Botânico da Europa.
Em 1765, por ordem de D. José, foi encarregado de delinear e dirigir as obras do Real Jardim Botânico da Ajuda o Dr. Domingos Vandelli e de as inspeccionar o ministro da Marinha, Francisco Xavier de Carvalho, irmão do 1.º Marquês de Pombal. Destinava-se o jardim, tal como o Museu de História Natural e o Gabinete de Física, instalados num edifício próximo, à educação dos príncipes, em particular a D. José, então com 15 anos e destinado a suceder a sua mãe, caso não tivesse falecido.
Na Europa, tal como anteriormente se mencionou, já desde 1543 se vinham a construir jardins botânicos destinados a instruir todos os que quisessem estudar os enigmas do mundo vegetal, podendo citar-se, nomeadamente, os de Pisa, Pádua, Bolonha, Montpellier, Estrasburgo, Paris e Madrid.
Vandelli, em 1791, após ter sido jubilado da Universidade de Coimbra, foi nomeado director do inicialmente denominado «Real Jardim Botânico da Ajuda, Laboratório Químico, Museu de História Natural e Casa do Risco». Mandou vir plantas vivas e sementes dos jardins botânicos de todo o mundo, chegando a coleccionar mais de 5000 espécies. No entanto, em finais do século XVIII, apenas existiam 1200 espécies em cultura: a administração do mestre jardineiro Júlio Mattiazi, que Vandelli mandara vir de Pádua, tinha privilegiado as obras e descurado a conservação dos espécimes.
Vandelli seguia o sistema natural de Lineu da edição de Murray para classificar as plantas; no início da sua actividade como director do jardim foi-lhe muito dedicado, no entanto, no final deixou-o decair.
Por morte de Francisco Xavier de Carvalho, foi o inspector-geral do jardim, Martinho de Mello, que mandou construir duas estufas destinadas a plantas exóticas, promoveu a cultura de plantas úteis, mandou vir do Brasil, Angola e Cabo Verde muitas plantas e remeteu para o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra muitas sementes. Foi neste período, e por ordem do rei D. João VI, que o jardim e o museu foram abertos ao público. Todas as quintas feiras, desde que não coincidisse com dias santos, podiam ser visitados.
A este inspector sucedeu o marquês de Ponte de Lima. Durante o período da responsabilidade deste último, o número de espécies existentes aumentou devido ao incremento das ofertas pelos governadores das colónias.
O segundo director, Félix de Avellar Brotero, também após ter sido jubilado da Universidade de Coimbra, fez reviver o jardim. Na opinião deste ilustre botânico, iniciador dos estudos de botânica taxonómica, que em 1811 foi empossado como administrador e director, a instituição que lhe tinha sido confiada, apesar de nela se encontrarem muitas plantas raras e úteis em medicina, agricultura e arte, tinha sido estabelecida sem rigor científico. O País tinha sofrido as invasões francesas e as verbas para a manutenção e progresso do jardim tinham sido retiradas. Brotero, que permaneceu até 1828 como director do Jardim Botânico da Ajuda, com os recursos que possuía introduziu os melhoramentos que pôde, inclusive uma fonte no bosque, muita apreciada pelo próprio rei D. João VI, o qual, num passeio ao jardim, após ter regressado ao Reino, recomendou a Brotero que a conservasse, por ter achado a água muito fresca.
Durante o período da administração do Brotero foram cultivadas muitas plantas, no entanto, na opinião do Dr. José Sanctos do Valle (terceiro director), nunca por ordem sistemática. O catálogo das plantas em cultura da autoria de Brotero regista 1370 espécies.
Após a morte de Brotero, o Jardim da Ajuda passou por uma fase de decadência; o longo período da usurpação e a substituição do seu director levaram quase à sua total ruína.
Em 23 de Maio de 1834 foi nomeado director, por decreto de D. Pedro IV, o Dr. José de Sá Ferreira e Sanctos do Valle, lente da Faculdade de Filosofia da Universidade de Coimbra, cargo que desempenhou apenas durante dois anos. Posteriormente, o Real Museu e Jardim Botânico da Ajuda, por decreto de 27 de Agosto de 1836, foi confiado à administração da Academia das Ciências.
Quando, em Janeiro de 1837, a Escola Politécnica foi instituída, foi reconhecido ser indispensável a existência de um jardim botânico, o que não podia ser improvisado de um momento para o outro, pelo que, em Outubro de 1838, Xavier de Almeida, professor da 8ª cadeira (Anatomia e Fisiologia Comparadas e Zoologia) do curso de Introdução à História Natural dos Três Reinos, foi encarregado provisoriamente do ensino da Botânica e da administração do Real Museu e Jardim Botânico da Ajuda. A partir de Novembro de 1838 os dois estabelecimentos passaram a ficar incorporados na Escola Politécnica.
Em Junho de 1839, o ministro dos Negócios do Reino concordou com a incorporação do Jardim Botânico na Escola Politécnica, mas não com a entrega do Museu de História Natural. No mês seguinte a direcção científica do Jardim Botânico era confiada ao lente da 9ª cadeira (Botânica e Princípios de Agricultura), no entanto, no primeiro concurso destinado à escolha de professor para a referida cadeira decidira-se a exclusão do único candidato, o Dr. José Maria Grande, pelo que o Prof. Xavier de Almeida desempenhou na interinidade as funções de director. Após uma segunda votação ordenada pela rainha, D. Maria II, o Dr. José Maria Grande foi aprovado lente da 9ª cadeira e, consequentemente, director efectivo do Jardim Botânico a partir de Julho de 1840.
O célebre botânico austríaco Friedrich Welwitsch encontrava-se em Portugal desde Julho de 1839, a fim de efectuar uma viagem de estudo aos Açores, Canárias e Cabo Verde subsidiada pela “Unio Itineraria”, associação com sede em Essligen, cujo objectivo era proporcionar a realização de expedições científicas. No entanto, devido às tempestades, as viagens entre Lisboa e as ilhas tornaram-se irregulares, o que teve como consequência Welwitsch não ter prosseguido além de Lisboa e ter apresentado uma pretensão na Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra para ser nomeado preparador de Botânica na Escola Politécnica. Não estando previsto o cargo de preparador ou demonstrador para a 9ª cadeira, e após o falecimento do mestre do Jardim da Ajuda, foi decidido pelo conselho escolar que se contratasse o Dr. Friedrich Welwitsch como conservador dos estabelecimentos botânicos da escola. Em Dezembro de 1840, o próprio primeiro-ministro, o duque de Palmela, confiou-lhe o lugar de director do Jardim Botânico. Durante a curta permanência do distinto naturalista, muitas espécies novas, muitas delas exóticas, foram enriquecendo o jardim. No final de 1844 Welwitsch já exercia as funções de orientador do Jardim do Lumiar, anteriormente adquirido pelo duque de Palmela, bem como a superintendência de outros jardins que o duque possuía dispersos por diversos pontos do País.
Em 1848, o Prof. Dr. J.M. Grande procurou melhorar as colecções de vegetais em cultura e, tendo entregue o ensino durante alguns dias ao seu substituto, o Prof. Andrade Corvo, concluiu as determinações das plantas ainda não identificadas.
Também o Prof. e Conselheiro João de Andrade Corvo e o Prof. Conde de Ficalho se esforçaram por fazer melhorar o jardim, tentando a sua utilização para o ensino e o seu embelezamento.
Quando, em 1868, Glasnevin, director da Real Associação Botânica de Dublin, visitou Portugal, descreveu do seguinte modo a sua opinião sobre o Jardim Botânico da Ajuda: “Em parte do jardim estão as plantas classificadas segundo o sistema de Lineu, mas em outra parte tivemos o prazer de ver escrita a indicação de que na disposição das plantas se seguiam ali as Ordines Naturales Systematis Lindley.
Na era presente interessa examinar aquele antigo jardim, que fornece um dos melhores exemplos que podem encontrar-se do que foram os jardins botânicos no século XVI e parte do XVII. As suas estufas, que são bem poucas, têm igualmente uma construção antiquada, estando bastante vazias no tempo em que as visitámos. As melhores plantas eram as que vimos plantadas em pleno ar, e entre elas notámos com especialidade a Araucaria excelsa, Ficus elastica, Lagerstroemia indica, Pittosporum tobira e Pittosporum undulatum, medindo de altura uns 20 pés e perfeitamente cobertos de semente[…]”.
Em 1874 o jardim foi entregue à administração da casa real, tendo decaído progressivamente. No tempo de D. Luís foi mandada edificar a estufa das orquídeas, sob a direcção de D. Luís de Mello Breyner, director da Real Associação Central da Agricultura Portuguesa. A partir daí sucederam-se várias direcções, até que foi entregue ao Instituto Superior de Agronomia, em 1918. Neste ano o Prof. Rasteiro fez a reconstituição do tabuleiro inferior, dando-lhe o mesmo aspecto que já se observava na planta de 1869.
Em 1934, sob a direcção do Prof. André Navarro, ocorreram benefícios importantes e foi também nesta data que o Prof. Caldeira Cabral estabeleceu o traçado dos canteiros do tabuleiro superior, que se tinha perdido completamente.
Em 1975 e 1976, uma comissão de gestão dirigiu o jardim. Desta comissão fazia parte um elemento do Gabinete de Botânica, outro da Secção de Arquitectura Paisagista e outro da Secção de Construções Rurais. Durante este período actualizou-se a identificação de mais de 100 espécies de plantas ornamentais cultivadas no jardim e este serviu de apoio ao ensino e investigação em floricultura.”
Caixinhas, L. (1991).
História dos Jardins botânicos de Portugal. In:
Menzel-Teltenborn, H. et al.,
Botânica 2. Círculo de Leitores e
Bertelsmann Lexikothek Verlag
GmbH: 170-174.
Entre 1993 e 1997, com o apoio do Prémio de Conservação do Património Europeu e do Fundo de Turismo, sob a orientação da Profª. Cristina Castel-Branco, procedeu-se a um restauro do Jardim com a recuperação da colecção botânica, o restauro do sistema de rega e a instalação do Jardim dos Aromas.
2006
2007
2007
FOOTBALL
Sporting 4 - 0 Lagos
2007
2008
EURODISNEY
2008
BATOBUS-PARIS
2008
TORRE EIFFEL
2008
ELEVADOR DA NAZARÉ
O Elevador da Nazaré é um funicular localizado na Nazaré, em Portugal. É explorado pela Câmara Municipal da Nazaré e liga o centro da vila, a Praia da Nazaré, ao Sítio da Nazaré. É um dos transportes deste tipo com maior tráfego em Portugal, atingindo um milhão de passageiros por ano. Efetua cada viagem em 15 minutos. O elevador foi inaugurado a 28 de Julho de 1889, com projecto de Raul Mesnier. Originalmente funcionava a vapor, apenas na época balnear (estando aberto todo o ano já nos anos 1930), com viagens das 06:00 às 21:00 custando entre 0$020 e 0$120. As cabinas tiveram libré vermelha até à renovação de 2002; inicialmente transportavam 60 passageiros. O funicular da Nazaré foi adquirido em 1924 pela Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, gestora do santuário, e em 1932 passou para as mãos da Câmara Municipal. A 15 de Fevereiro de 1963 sofreu o único acidente da sua história, devido à rutura do cabo, de que resultaram dois mortos. Esteve parado cinco anos e reabriu em 1968, funcionando a electricidade e tendo sido dotado de melhores sistemas de segurança com um triplo sistema de travagem. Entre setembro de 2001 e junho de 2002 esteve fechado para uma remodelação profunda com substituição das cabinas (nova libré azul) e renovação dos terminais.
Wikipédia
2008
JARDIM ZOOLÓGICO DE LISBOA
2009
A Sinfonietta de Sofia é uma das principais formações do panorama musical búlgaro. Integrada
por quarenta músicos formados nas melhores academias de Bulgária e do leste da Europa, conta com um amplo repertório que vai desde a música pré-clássica até o século XX, na qual as obras dos compositores contemporâneos búlgaros e estrangeiros ocupam um lugar destacado. A Sinfonietta conta com uma intensa atividade, que a leva a actuar como convidada em numerosos festivais de Bulgária e da Europa. Nos últimos anos, realizou digressões pela Alemanha, Holanda, Suíça, Dinamarca, Áustria, Grécia e Japão, entre outros lugares, nos quais recebeu o aplauso do público.
O Concerto de Aranjuez é uma composição musical para violão clássico e orquestra do compositor espanhol Joaquín Rodrigo. Escrita em 1939, é seguramente o trabalho mais conhecido de Joaquín Rodrigo e o seu êxito deu um reconhecimento internacional ao compositor, como um dos principais a nível mundial no pós-guerra. Considera-se esta obra musical espanhola como a mais interpretada em todo o mundo e, em particular, o seu adagio é singularmente popular, tendo sido cantado por múltiplas figuras da Ópera e da canção popular.
Wikipédia
2009
MOSTEIRO DA BATALHA
2010
MOSTEIRO DE ALCOBAÇA
2010
FAUSTO
2010
MORANGOS COM AÇUCAR
2011
YES 1970'S
YES
STEVE HOWE
CHRIS SQUIRE E ALAN WHITE
ALAN WHITE
YES
2011
CONCERTO DE ANO NOVO
2011
A Improviso, Academia de Música é uma escola situada em Oeiras, que iniciou a sua actividade no dia 1 de Outubro de 2007.
AUDIÇÃO DE FINAL DE ANO
2012
FUTURÁLIA
2012
2012
FESTIVAL PARA UM INSTRUMENTO-NOVOS FLAUTISTAS
TEATRO S. LUIS
2012
OML-ANO DO BRASIL EM PORTUGAL
2012
STING
2012
Inserido nas comemorações do Ano do Brasil em Portugal e do centenário de Vinicius de Moraes (n. 1913), o projecto “Vinicius em Portugal” traça o seu percurso através da música e das diferentes parcerias que fez ao longo da vida, em especial com Tom Jobim e Toquinho. Este concerto de MPB conta com a participação de Miúcha (filha de Sérgio Buarque de Holanda) e Georgiana de Moraes (filha de Vinicius que também actua na percussão), um quarteto composto por piano, violão, baixo e percussão.
dia 9 de outubro às 21h00
bilhetes: 10€/12.50€
http://www.guiadacidade.pt/pt/art/recordar-vinicius-no-ccb-204217-11
2012



2012
CONCERTOS DE REIS
TEATRO DA TRINDADE
2013
UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA - CAMPOLIDE
ORQUESTRA ACADÉMICA DA METROPOLITANA
A Orquestra Académica Metropolitana (OAM) estreou-se em 1993, na sequência da criação da Academia Nacional Superior de Orquestra –
uma instituição única no país, destinada a formar músicos profissionais
nas áreas de Instrumento e Direção de Orquestra. Desde o seu início, a OAM é orientada por Jean-Marc Burfin, seu maestro titular.
Constituída inicialmente por menos de trinta elementos, a OAM é hoje uma formação sinfónica englobando cerca de 70 músicos. Com uma temporada que se estende ao longo de cada ano letivo, a OAM mantém
uma atividade regular de ensaios e concertos, apresentando-se não só na
Área Metropolitana de Lisboa como também noutras localidades do país.
http://academiasuperiordeorquestra.metropolitana.pt/Default.aspx?ID=4908&itemId=Staff:244
2013


PALÁCIO FOZ

2013
BRUNO MARS
AULA MAGNA - UNIVERSIDADE DE LISBOA
A
Aula Magna é um anfiteatro, contido no edifício da Reitoria da
Universidade de Lisboa, na
Cidade Universitária, no
Campo Grande, freguesia de
Alvalade.
Foi construído durante o Estado Novo, e serve hoje para suportar os grandes eventos da universidade, mas também é usado como uma das salas de espectáculo da cidade de Lisboa. O palco tem uma área de 180m² e a plateia uma lotação total de 1653 lugares sentados. Para espectáculos a lotação baixa para 1421 PAX, em que exclui as doutorais laterais e tribunas.***Wikipédia
2013
ONE DIRECTION
2013
JULIE AND THE CARJACKERS
2013
2014
OPUS 21 - ORQUESTRA LIGEIRA
TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE-COIMBRA
2014
2014
MICHAEL BUBLÉ
2014
2015
The Legendary Tiger Man é um nome artístico de
Paulo Furtado, um artista, vocalista
e músico de blues português
, num estilo de Homem-orquestra (One-man-band). Com um estilo singular, Furtado toca guitarra, harmónica e bateria sozinho em palco. Utiliza vários microfones para efeitos, pedais de percurssão, instrumentação eletrónica e até Kazoo.
2015
2015
CAMANÉ
TEATRO ACADÉMICO GIL VICENTE
2015
JORGE PALMA
2015
Rhapsody in Blue,
de George Gershwin, com a Orquestra OPUS 21 dirigida pelo Maestro Artur
Pinho Maria e o pianista Manuel Araújo, e a interpretação da Missa para
orquestra de sopros e coro de Igor Stravinsky pela Orquestra OPUS 21 e o
Orfeon Académico de Coimbra, dirigidos igualmente pelo Maestro Artur
Pinho Maria.
Fernando Lopes-Graça Canções Heróicas
Interpretação Orquestra OPUS 21 e Orfeon Académico de Coimbra
Igor Stravinsky Missa para Coro e Orquestra de Sopros
Interpretação Orquestra OPUS 21 e Orfeon Académico de Coimbra
George Gershwin Rhapsody in Blue
Interpretação Orquestra OPUS e Manuel Araújo (Piano)
Ficha Técnica
Direção
Artur Pinho Maria
Com
Orfeon Académico de Coimbra e Orquestra OPUS 21
Piano
Manuel Araújo
Solistas
Inês Santos, Daniela Araújo, André Lacerda, João Barros
Organização
Associação António Fragoso, Reitoria da Universidade de Coimbra, TAGV
2016
2016
2016
SÉRGIO GODINHO E JORGE PALMA
2016
Susanna Mälkki
Maestrina
A finlandesa Susanna Mälkki é Maestrina Convidada Principal da Orquestra Gulbenkian. Muito solicitada no circuito internacional, aborda com grande desenvoltura e versatilidade um extenso repertório, incluindo a música contemporânea e a ópera.
Susanna Mälkki nasceu em Helsínquia e formou-se inicialmente como violoncelista. Entre 1995 e 1998, foi uma das principais violoncelistas da Orquestra Sinfónica de Gotemburgo, na Suécia. Estudou direção de orquestra na Academia Sibelius com Jorma Panula, Eri Klas e Leif Segerstam e, mais tarde, complementou a sua formação na Royal Academy of Music. Foi Diretora Artística da Orquestra Sinfónica de Stavanger, na Noruega, e Diretora Musical doEnsemble Intercontemporain. Mais recentemente, foi nomeada Maestrina Principal da Filarmónica de Helsínquia, com início na temporada 2016-17. http://www.musica.gulbenkian.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=db_musica_bios_pt&sn=musica&orn=877
2016
MUSEU NACIONAL DOS COCHES
2016

^
Continuando a basear-se em textos de Eça de Queirós e de António Gonçalves Pereira, este espectáculo é também polvilhado de frases de gente célebre, que servem tanto de ligação como de verdadeiras ‘armas de arremesso’ entre as actrizes. Mantém-se o formato – um ensaio partilhado de forma divertida com o público, em que os actores vão escolhendo e interpretando os textos que supostamente integrariam o espectáculo para o qual estão a ensaiar.
O público vai ficando crescentemente surpreendido com a actualidade de textos tão antigos. E vive a experiência da construção de um novo espectáculo. Tenta-se que, a sorrir, o público auto-analise algumas idiossincrasias humanas, enquanto assiste a algumas ‘birras’ entre duas colegas actrizes.
FICHA TÉCNICA / ARTÍSTICA:
. Textos: Eça de Queirós, Clarence Gillis e António Gonçalves Pereira
. Citações: António Aleixo, Fernando Pessoa, Camões, Cervantes, Sócrates, Einstein, etc.
. Encenação: António Gonçalves Pereira
. Actores: Rosa Villa e Susana Cacela
. Produção: António Gonçalves Pereira / Bang Produções
. Duração: 85 minutos
. Classificação etária: 16 anos
BILHETES: 8€
RESERVAS: 21 885 55 50 | bilheteira@chapito.org
2016
2016
Depois do termino do Led Zeppelin, Plant saiu em carreira solo, e
lançou 15 discos. Saiu em turnês, às vezes acompanhado do ex-colega de
banda Jimmy Page
,
com o projeto intitulado Page & Plant, onde voltaram a tocar vários
clássicos do Led Zeppelin (alguns nunca haviam sido tocados ao vivo
antes, como Hey Hey What Can I Do
e Ramble On). Também gravaram clipes inéditos para as músicas: Nobody's Fault But Mine
, e Black Dog. A união dos dois rendeu um vídeo gravado em 1994.
Em 31 de dezembro de 2008 foi agraciado com o título honorífico de Comandante do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II.
Em 2009 ganhou prêmios em 5 categorias do Grammy Award em dueto com Alison Krauss
, com o álbum
Raising Sand.
Em 2012 gravou um álbum com sua nova banda Sensational Space Shifters
que conta com os integrantes da banda Strange Sensation e Justin Adams.
O novo grupo se inspira nas raízes do Mississippi, Appalachia, Gambia,
Bristol e nas montanhas de Wolverhampton.
2016
É no coração do Parque Aquilino Ribeiro o cerne da quarta edição do
Festival de Jazz de Viseu, como já tem sido hábito. Nos fins de tarde e
noites de terça a domingo destaque para excelentes e explosivos grupos
nacionais e internacionais. À tarde decorrem projetos de índole variada
que se espalham pela cidade. Em paralelo estende-se o mercado e ainda um
“recreio”, com oficinas e uma exposição interativa.
2016
2016
2016
2016
2016
2016
2017
Festival Jovens Músicos
27 a 29 Setembro, na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.
Entre os
dias 27 e 29 de Setembro realiza-se mais uma edição do Festival Jovens
Músicos, organizado pela Antena 2 e pelo Serviço de Música da Fundação
Calouste Gulbenkian. Durante três dias, concertos e painéis de debates
decorrem em vários espaços da Fundação Gulbenkian, com acesso livre a
todos os que quiserem assistir ao talento de jovens músicos. Com este
Festival culmina mais uma edição do Prémio Jovens Músicos.
2017
2017
2017
2017
2017
2017
2017
2018
2018
2018
2018
2018
2019
2019
2019
2019
2019
Está de volta o maior evento do ano feito só com conteúdo que nasce exclusivamente na rádio!
E vai ser um Xmas in the Night diferente de todos os que a Comercial fez antes.
As músicas das manhãs da Comercial e convidados inéditos, numa festa de Natal com muitas surpresas!
Em palco: Vasco Palmeirim, Vera Fernandes, Nuno Markl e Pedro
Ribeiro… mais 15 mil ouvintes da Comercial e convidados muito especiais!
2019
2020
CANCELADO
YES Postpone 2023 Relayer Tour
It is with enormous regret that, due to unforeseen circumstances beyond the band’s control, YES have taken the decision to postpone their 2023 Relayer European and UK tour.
YES and their management have explored every possible avenue to arrange insurance cover for the tour in the event of COVID-related exemption or Act of War exclusion. The insurance industry has withdrawn all such insurances which made touring possible pre-COVID and before the Ukraine conflict.
There have always been calculated risk assessments to consider when touring and YES has unfailingly paid a premium to cover against terrorism in addition to conventional cancellation risks. With a view to supporting venues and crew, YES toured the UK in 2022 but the band simply cannot undertake such a large-scale tour with so many risks being uninsured.
Insurance cover was promised for events in 2023 but this has now been withdrawn until 2024, with confirmations of normality in ’24 following representations to the insurance industry to reassess its attitudes to COVID and Act of War insurance. Bands at some levels can mitigate against these risks but YES’ touring model creates unjustifiable levels of risk.
YES’ 2023 Eventim Apollo (London) show is not happening and tickets are now being refunded. The remainder of the tour dates are being rescheduled to 2024 with new dates to be announced shortly – all tickets will remain valid.
YES wish to express their sincere regrets to their faithful fans and ask for their understanding. The band has now received the necessary assurances for 2024 and are committed to returning to the stage then.
2020
SUPERTRAMP'S | ROGER HODGSON | BREAKFAST IN AMERICA WORLD TOUR 2021
Música & Festivais | Concerto
Sala Principal
Abertura Portas
20:00
Intervalo
Sem Intervalo.
Promotor
Coliseu dos Recreios
Sinopse
Comunicado de Cancelamento
Lamentamos informar que a Tour de 2021 de Roger Hodgson dos Supertramp foi cancelada devido à pandemia.
O
reembolso, está disponível a partir do dia 12 de Novembro 2020, e pode
ser obtido com a apresentação dos bilhetes no posto onde foram
adquiridos.
Lamentamos o incomodo causado e agradecemos desde já toda a vossa compreensão.
Fiquem em segurança
"Como
todos vocês, também nós tínhamos esperança de que a Covid-19, estivesse
já sobe controlo. Porém, tem-se tornado cada vez mais claro que ainda
vai demorar algum tempo até que o mundo se volte a tornar um local
seguro para grandes encontros musicais. Assim, é com grande pesar que
nós e os nossos promotores decidimos cancelar a nossa tour de 2021. Eu
estou profundamente desapontado, mas compreendo que esta situação vai
além do nosso controlo. A segurança de todos está em primeiro lugar. Se
Deus quiser, irei reencontrar-me com todos vocês num futuro pós
pandemia. Mantenham-se em segurança e que cada um de nós faça a sua
parte ao cuidar do próximo, para que juntos, todos possamos atravessar
este momento.
Com carinho ~ Roger "
Informamos que devido à pandemia a bilheteira do Coliseu está aberta no seguinte horário*:
Terças, Quintas e Sábados das 13:00 ás 19:30
(*Este horário pode sofrer alterações devido á situação pandémica que vivemos)
Devido ao recolher obrigatório a Bilheteira do Coliseu estará encerrada nos Sábados dias 14 e 21 de Novembro 2020
Para informações sobre futuros eventos de Roger Hodgson inscreva-se em https://rogerhodgson.com/mailing-list.html
NOVAS DATAS
Devido
à pandemia de Covid 19, somos forçados a adiar os concertos dos dias 18
e 19 de Setembro de 2020 para os dias 28 e 29 de Setembro 2021,
respectivamente. Os bilhetes já adquiridos são válidos para a nova data.
Dispõe
de um período de 60 dias, a contar da data prevista do espetáculo, para
pedir a devolução no ponto de venda onde foram adquiridos os bilhetes,
sendo até ao dia 20 de Novembro 2020.
O Coliseu encontra-se a
funcionar em horário reduzido até ao dia 01 de Setembro 2020, sendo o
horário de atendimento ao público, no mês de Agosto, somente aos sábados
das 13:00 às 19:30. Para mais informações estamos disponíveis através
do e-mail billheteira@coliseulisboa.com.
Agradecemos a compreensão de todos e ficamos à vossa espera nos dias 28 e 29 de Setembro 2021.
Fiquem em segurança!
No
ano do seu 131º Aniversário, o Coliseu de Lisboa tem a honra de
receber Roger Hodgson dos Supertramp nos dias 28 e 29 de Setembro 2021.
Roger
Hodgson é um cantor, compositor, escritor de canções e letrista sendo
reconhecido como um dos maiores talentos do nosso tempo!
Com a sua
voz lendária, interpretou e escreveu os grandes sucessos dos Supertramp,
que levaram a mais de 60 milhões de discos vendidos, e deu-nos
extraordinárias canções, que ainda hoje são incríveis sucessos, como:
Give a Little Bit, Dreamer, It's Raining Again, Take the Long Way Home,
The Logical Song, Breakfast in America, Fool's Overture, e tantas outras
que se tornaram banda sonora das nossas vidas.
Hodgson foi
co-fundador em 1969 da banda pop-rock Supertramp, tendo integrado o
grupo durante 14 anos. Ele escreveu e cantou a maioria dos sucessos que
levaram a que os Supertramp fossem reconhecidos e aclamados em todo o
mundo. Recentemente, Roger recebeu 2 prémios da ASCAP (Associação
Americana de Compositores, Autores, e Editores) por as suas canções
serem permanentemente tocadas e reconhecidas, provando que resistiram à
passagem do tempo.
O maior tributo que lhe podemos prestar é que o Roger é melhor hoje ao vivo, que num estúdio de gravação há mais de uma geração
Evening Standard London, Review from Royal Albert Concert.
Existem
muito poucos vocalistas que, instantaneamente, conseguimos reconhecer, e
Roger Hodgson pertence a esse grupo de eleição. O cantor/compositor
dos Supertramp, mantém a voz perfeita assim como o som distinto do
teclado que continua o mesmo dos sucessos de sempre.
The Times- London, Review from Royal Albert Concert.
www.RogerHodgson.com
AVISO: HORÁRIOS SUJEITOS A CONFIRMAÇÃO.
Notas Suplementares
Aconselhamos a compra de bilhetes apenas nos pontos de venda oficiais referidos na lista abaixo:
Locais de Venda: Coliseu, FNAC, El Corte Inglés, Worten, CTT, Agência ABEP, www.coliseulisboa.com, www.bol.pt.
Preços
- Cadeiras Orquestra - 110€
- 1ª Plateia - 85€
- 2ª Plateia - 70€
- Balcão Central Imp - 65€
- Balcão Central Par - 65€
- Balcão Imp Visib Reduzida - 50€
- Balcão Par Visib Reduzida - 50€
- Frisas - 200€ (4 x 50€)
- Camarotes 1ª Lado Imp 5 pax - 275€ (5 x 55€)
- Camarotes 1ª Frente Imp 6 pax - 360€ (6 x 60€)
- Camarotes 1ª Lado Par 5 pax - 275€ (5 x 55€)
- Camarotes 1ª Frente Par 6 pax - 360€ (6 x 60€)
- Camarotes 2ª Lado Imp 5 pax - 225€ (5 x 45€)
- Camarotes 2ª Frente Imp 6 pax - 330€ (6 x 55€)
- Camarotes 2ª Lado Par 5 pax - 225€ (5 x 45€)
- Camarotes 2ª Frente Par 6 pax - 330€ (6 x 55€)
- Galeria de pé - 25€
CANCELADO

2023
2024
Jethro Tull é uma banda de rock formada em Blackpool, Inglaterra, em 1967. Sua música é caracterizada pelas letras, o estilo vocal cheio de maneirismos e o trabalho único na flauta de seu líder Ian Anderson, além de uma complexa e pouco usual construção musical. Inicialmente calcado no estilo blues rock, o Jethro Tull acabou por incorporar a seu som elementos de música clássica, folk, jazz, hard rock, rock progressivo, e art rock. A banda vendeu mais de 60 milhões de discos ao redor do mundo. A banda chegou a um ponto de hiato em 2011, quando Ian Anderson buscou realizar projetos solos (que desembocaram nos álbuns Thick as a Brick 2 e Homo Erraticus), fazendo o guitarrista Martin Barre também procurar carreira solo (lançando um álbum de compilação e outro de estúdio intitulado Away with Words). Ian Anderson disse em entrevista que a banda chegou ao fim e declarou que o Jethro Tull é história. (wiki)
2024
2025
CONTINUA...
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